{"id":34,"date":"2016-11-17T11:52:37","date_gmt":"2016-11-17T11:52:37","guid":{"rendered":"https:\/\/webs.uab.cat\/centrodelinguaportuguesacamoes\/2016\/11\/17\/23-e-24-de-novembro-jornadas-culturais-na-eoi\/"},"modified":"2023-05-02T13:59:03","modified_gmt":"2023-05-02T13:59:03","slug":"jornadas-culturais-eoi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webs.uab.cat\/centrodelinguaportuguesacamoes\/2016\/11\/17\/jornadas-culturais-eoi\/","title":{"rendered":"Jornadas culturais na EOI"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><span class=\"inline inline-center\"><\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quarta-feira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>23 de novembro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>16.00<\/strong> Abertura das Jornadas Culturais <strong>\u201cEla\u201d<\/strong> a cargo das professoras do departamento de portugu\u00eas: Sandra Cruz e \u00c2ngela Nieto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>16.10<\/strong> Confer\u00eancia: <strong>\u201c<\/strong><strong>Quem s\u00e3o as mulheres brasileiras?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cargo de Marta Orsini, jornalista e pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 cantava Rita Lee no refr\u00e3o da can\u00e7\u00e3o Pagu que \u201cnem toda brasileira \u00e9 bunda\u201d. Apesar disso, a imagem das mulheres brasileiras, atrelada a corpos cheios de curvas e \u00e0 ideia de uma enorme sensualidade, permanece no imagin\u00e1rio coletivo dentro e fora do Brasil. Para romper esse estere\u00f3tipo e oferecer um olhar mais amplo a respeito da figura da mulher brasileira, daremos uma vis\u00e3o da mulher atrav\u00e9s do tempo. Desde as suas ra\u00edzes, a miscigena\u00e7\u00e3o, passando pela escravid\u00e3o, contemplando os aspectos econ\u00f4micos, pol\u00edticos e sociais que foram conformando a sua identidade at\u00e9 os nossos dias. Mais tarde, aproveitaremos a ocasi\u00e3o para apresentar o filme \u201cQue horas ela Volta\u201d e falar dos temas que nele aparecem, assim como da pol\u00eamica que suscitou no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>18.30<\/strong> Filme: <strong>\u201cQue horas Ela Volta?\u201d (2015) <\/strong>de Anna Muylaert (v.o.) com legendas em castelhano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sinopse: <\/strong>Depois de deixar a filha no interior de Pernambuco e passar 13 anos como bab\u00e1 do menino Fabinho em S\u00e3o Paulo, Val tem estabilidade financeira mas convive com a culpa por n\u00e3o ter criado sua filha J\u00e9ssica. \u00c0s v\u00e9speras do vestibular do menino, no entanto, ela recebe um telefonema da filha que parece ser sua segunda chance. J\u00e9ssica quer apoio para vir a S\u00e3o Paulo prestar vestibular. Com alegria e ao mesmo tempo apreens\u00e3o, Val prepara a t\u00e3o sonhada vinda da filha, apoiada por seus patr\u00f5es. Mas quando J\u00e9ssica chega, a conviv\u00eancia \u00e9 dif\u00edcil. Ela n\u00e3o age dentro do protocolo esperado para ela, o que gera tens\u00e3o dentro da casa. Todos ser\u00e3o atingidos pela autenticidade de sua personalidade. No meio deles, dividida entre a sala e a cozinha, Val ter\u00e1 que achar um novo modo de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Local: \u201c<\/strong><strong>Sala d\u2019Actes\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quinta-feira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>24 de novembro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>16.00 \u201c<\/strong><strong>Uma panor\u00e2mica da escrita feminina no \u00e2mbito lus\u00f3fono.&#8221; <\/strong>A cargo de Elena Losada Soler, professora titular de literatura portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cr\u00edtica feminista, especialmente a ginocr\u00edtica, ensinou-nos a visibilizar a escrita das mulheres e a procurar nela algumas perguntas: Quem sou eu? Quem sou eu no mundo? Como falo ao mundo? Se as perguntas s\u00e3o quase invari\u00e1veis as respostas s\u00e3o m\u00faltiplas, tantas como as escritoras que tentaram respond\u00ea-las. Esta palestra visa oferecer ao p\u00fablico uma panor\u00e2mica da evolu\u00e7\u00e3o da literatura de autoria feminina no \u00e2mbito lus\u00f3fono, das suas perguntas e das suas respostas, especialmente em Portugal e no Brasil, enfatizando no per\u00edodo contempor\u00e2neo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>18.00 <\/strong>Filme: \u201c<strong>Njinga\u201d. Mulher. Guerreira. Rainha de Angola.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>(2013)&nbsp; <\/strong>de S\u00e9rgio Graciano. (v.o.)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sinopse: <\/strong>Rainha dos reinos do Ndongo (ou Ngola) e de Matamba, Njinga (1583-1663) foi uma guerreira africana que durante quatro d\u00e9cadas tudo fez para poupar o seu povo ao destino cruel da escravatura, generalizada pelos europeus no s\u00e9c. XVI. Corajosa e decidida, ela era filha do rei Kilwanji e irm\u00e3 de Mbandi. Este, tendo-se revoltado contra o dom\u00ednio portugu\u00eas em 1618, foi derrotado pelas for\u00e7as de Lu\u00eds Mendes de Vasconcelos. Ap\u00f3s v\u00e1rios anos de incurs\u00f5es portuguesas para captura de escravos, e entre batalhas intermitentes, Njinga conseguiu negociar um tratado de termos iguais, chegando a converter-se ao cristianismo de forma a fortalecer a confian\u00e7a entre os dois povos, adotando o nome portugu\u00eas de Ana de Sousa. Determinada a proteger os seus, ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que, ao contr\u00e1rio de outras, n\u00e3o dependia do tr\u00e1fico de pessoas. Njinga faleceu aos 80 anos de idade, admirada e respeitada por Portugal, depois de uma luta corajosa contra a ocupa\u00e7\u00e3o colonial, em defesa do povo mbundu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>19.30 <\/strong>Sorteio e entrega do pr\u00e9mio <strong>TAP Portugal<\/strong> aos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Local: \u201cSala d\u2019Actes\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\">17-11-2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quarta-feira 23 de novembro 16.00 Abertura das Jornadas Culturais \u201cEla\u201d a cargo das professoras do departamento de portugu\u00eas: Sandra Cruz e \u00c2ngela Nieto. 16.10 Confer\u00eancia: \u201cQuem s\u00e3o as mulheres brasileiras?\u201d A cargo de Marta Orsini, jornalista e pesquisadora. J\u00e1 cantava Rita Lee no refr\u00e3o da can\u00e7\u00e3o Pagu que \u201cnem toda brasileira \u00e9 bunda\u201d. 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